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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

[...] você nunca sabe [...]


"O melhor de escrever a primeira palavra de estória é que você nunca sabe aonde ela vai acabar..."

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

As pin-ups de Marilyn Manson

Sempre me intrigou a capacidade do campeão da estranheza Marilyn Manson para namorar (noivar e casar) com belíssimas mulheres. Todas com traços e tendências explícitas a pin-ups. Que ele gosta do estilo, é bem óbvio. Para começo de história, a escolha de seu nome advém da sua simpatia pela rainha das pin-ups Marilyn Monroe.


Bullying durante a infância e formação em Jornalismo à parte, vamos ao que interessa. Se o garoto Brian Warner já era considerado estranho quando criança, quando cresceu, o já adulto Marilyn Manson virou um enfeite de lareira do cramulhão. Rituais satânicos e experiências para lá de esquisitas com seu corpo são mitos que envolvem a carreira de Manson. O que não foi empecilho para que ele conquistasse o coração de mulheres bem disputadas e lindas, diga-se de passagem.

A primeiras das conquistas de Marilyn Manson foi a atriz americana Dita Von Teese, com quem foi casado por 7 anos. Contrastante?


A primeira das pin-ups de Manson

Após a separação com a belíssima Von Teese, Marilyn mostrou-se ser um mestre na arte da superação. Não só conseguiu outra atriz belíssima, como ainda mais belíssima que Dita. Foi a vez da francesa Rose McGowan, com quem permaneceu por mais de três anos. Ao que parece, Rose era estranha o suficiente para seguir as tendências extravagantes de Manson.


... também metida a pin-up

A última das conquistas de Manson seguia o mesmo padrão das demais. Mas quase 20 anos mais nova. A americana Evan Rachel Wood (talentosa atriz de "Aos Trezes" e "Across the Universe") chegou a ficar noiva de Manson, mas ao que parece, o pacto foi desfeito antes de o ato ser consumado. Glória a Deus.



Ou as ditas moças têm um gosto realmente exótico, ou Manson tem alguma arma secreta que as divas tiveram a satisfação (?) de conhecer. Vai saber. Cá para nós, prefiro ficar leiga.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Fotógrafo "brinca" com semelhança de celebridades


O fotógrafo sueco George Chamoun criou um projeto muito interessante chamado “Iconatomy”. O projeto consiste em misturar fotos de celebridades de épocas diferentes, mas com algumas características comuns. O resultado ficou muito interessante.
O nome “Iconatomy” vem da junção da palava “ícones” com a palavra “anatomia”.
Seguem algumas das fusões abaixo:


Elizabeth Taylor e Angelina Jolie. Acho justo. Ambas têm características e poses semelhantes. 




Cary Grant e George Clooney. Charme indiscutível.



Quem me conhece sabe que sempre defendi que Natalie Portman interpretasse Audrey Hepburn nos cinemas. As duas divas são serenas, lindas e talentosas! Alguém concorda comigo, enfim! 





James Dean e Robert Pattinson. Um teve uma vida um tanto desregrada, foi alvo de polêmica e uma morte precoce. O outro interpreta bons moços e é conhecido por agir também como um. Contudo, Pattinson e Dean são galãs e um lembra vagamente o outro. Ou talvez seja só o formato do rosto. Whatever.





Marilyn Monroe e Scarlett Johansson. Michelle Willians que me perdoe, mas eu SEMPRE disse que Scarlett era a cópia "escarrada e esculpida" da diva das divas, Marilyn Monroe. No tamanho 42, nas formas arredondadas, nas loirisse cativante... Claro que Marilyn, tadinha, perdia em talento para Scarlett. Mas isso é o de menos. A montagem ficou incrível, como todas as outras.


Fonte: Ig

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Mostra "John Cassavetes" inicia-se hoje no TCP

Ontem mesmo, durante a aula de Comunicação e Artes Visuais, a professora pergunta: "Quando podemos assistir filmes de arte?" Alguém responde, indignada: "Em horários impróprios!". Não julgo a garota pela resposta e também é uma revolta minha o fato de as Sessões Cult dos principais cinemas de Natal, em sua maioria, serem sempre às 14h, quando nenhum ser atuante e colaborador para o desenvolvimento da sociedade está disponível.

domingo, 4 de setembro de 2011

Entrevista: Antônio Nahud Junior




Cefas Carvalho e Andressa Vieira

Para a Revista Papangu

Quando foi marcada a entrevista exclusiva para a Papangu com o jornalista e escritor Antônio Nahud Junior havia uma preocupação: de que a entrevista não descambiasse para um agradável bate-papo sobre cultura e arte. Pois os temores se confirmaram e a entrevista – realizada com sucesso em uma tarde agradável em um café no Natal Shopping – também se tornou uma ampla conversa sobre vida, arte em geral e principalmente sobre cinema. Nascido em Ilhéus (Bahia) em 13 de junho de 1967, de descendência portuguesa e libanesa, formou-se em Comunicação/Jornalismo e publicou o seu primeiro livro, “O Aprendiz do Amor”, em 1993, depois de uma série de prêmios literários. Sua mudança para a Europa em 1994 fez com que ele mergulhasse noutro mundo. O resultado disso é que produziu centenas de crônicas, contos e poemas sobre as suas observações autodidatas, publicando mais sete livros, em diversos gêneros, sendo que três deles em Portugal. Como jornalista, cobriu festivais de cinema e bienais de literatura para jornais de renome como Folha de S. Paulo e Diário de Notícias (Portugal). Atualmente mora em Natal  colaborando com o poeta Diógenes da Cunha Lima, participando de encontros literários em todo o país e finalizando livro de contos que será lançado ainda este ano, “Pequenas Histórias do Delírio Peculiar Humano”. Há coisa de um ano, criou o blog especializado em cinema http://ofalcaomaltes.blogspot.com/  que ganhou prestigio e seguidores em todo o Brasil. Para falar no blog, na Sétima Arte e em cultura em geral, Nahud concedeu essa entrevista. Confira.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Corram para o Cinemark!

Primeiro gostaria de me desculpar pela ausência. Estive em viagem e, na volta, não tenho tido mais tempo livre que uma formiga. Então, meus blogs acabam prejudicados. O que muito me abala. Mas prometo que, sempre que conseguir, estarei aqui postando o que der na telha, como sempre faço.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Escritor baiano indicado para título de cidadão natalense

Nahud em seu "ponto", a loja Sétima Arte. Foto: Andressa Vieira

Circulando por todo o Brasil, a revista paulista “Profashional” deste mês – edição número 94/95 – destaca em suas páginas artigo do escritor e jornalista Antonio Nahud Júnior. No texto “O Cinema e Eu”, o autor narra sua paixão pelo universo cinematográfico, culminando com a confissão do prazer que sente ao editar seu concorrido blog cinéfilo “O Falcão Maltês”, que já ultrapassou a marca de 60 mil leitores. 

sábado, 16 de julho de 2011

Tudo. Menos alienação.

Quando eu tinha 7 anos, em 2000, tudo a que estava habiatuada a ler eram livros do gênero "Abelhinha Zum-Zum", "A lagartixa que queria virar jacaré", "Salvem os pássaros" e por aí vai. Não que não tenham sido importantes, afinal, com eles aprendi a ler - conta a minha mãe que a grande realização deu-se por minha conta, em uma tarde, aos 5 anos; ao menos posso me gabar de ser autodidata em algo na vida - contudo, o gosto pela leitura e orgulho por saber fazer aquilo só se deu de fato quando, certo dia, ainda na flor dos meus sete anos, uma amiga da minha irmã mais velha falou-me sobre Harry Potter.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Les Chansons D'Amour


"Ama-me menos, mas ama-me por mais tempo" 


(Les Chansons D'Amour, 2007, Christophe Honoré)

Visitem: O Chaplin

quinta-feira, 23 de junho de 2011

- Eu penso, mamãe, eu penso!


 - Ele é um homem rico, refinado e apaixonado por você. Ele não é um mulherengo que conta lorotas... mas um homem vivido e marcado pela vida.
- Eu sei, mas não queira vendê-lo para mim. Fala dele como fala dos seus guarda-chuvas.
- Ele protegerá você!
- Que engraçado!
- Guy pode ter representado um certo ideal para você, mas que futuro pode lhe oferecer? Você sabe... uma vez também fui cortejada por um homem que não era seu pai.
- Deveria ter se casado com ele.

Les Parapluies de Cherbourg, 1964, de Jacques Demy
Catherine Deneuve e Anne Vernon


(Para saber mais sobre o filme, clique aqui)

segunda-feira, 20 de junho de 2011

"- Por que você está olhando para mim dessa forma?


- Eu tive um impulso terrível de fazer algo...
- Nunca resista a um impulso, Sabrina, especialmente se ele for terrível."

Sabrina (1954), direção de Billy Wilder. 
Com Audrey Hepburn e Humphrey Bogart.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

"Não gosto dos meninos"

Ok, eu sei que meus leitores podem já estar cansados da minha constante campanha contra a homofobia. Estava determinada a dar um tempo dos posts anti-homossexualismo. Mas foi inevitável, então peço que aguentem (e dêem alguma atenção) a mais um.

Há algum tempo (pouco menos de um ano) conheci a campanha It Gets Better, que surgiu nos EUA a fim de combater o elevado número de suicídio de jovens que sofriam bullying por serem gays. A campanha não foi como água de chuva que dá e passa e ainda está firme e forte. O twitter (@itgetsbetter) está sempre ativo, pessoas que assinaram a campanha recebem atualizações mensais ou quinzenais e os americanos (e pessoas de outros países também) continuam enviando vídeos, vencendo o preconceito de si mesmas, famílias, amigos e aceitando-se como são. Alguns, que já se aceitam até demais, enviam vídeos de apoio aos que ainda sofrem com a condição e a campanha é clara: It gets better! Vai melhorar!

O projeto mobilizou desde estudantes até a presidência dos EUA, tendo até Barack Obama feito um vídeo de apoio aos jovens. Funcionários gays da Casa Branca também fizeram um vídeo, bem como os funcionários da Pixar (que produz animações). Na página Vídeo desse blog também há outro vídeo produzido em apoio à campanha, que, para mim, é o mais emocionante.

Contudo, a não é exatamente a It Gets Better a responsável por esse post, mas o vídeo brasileiro "Não gosto dos meninos", de direção de Gustavó Ferri e André Matarazzo, que foi inspirado na campanha americana, e a mim foi apresentado pela estimada Kassandra Lopes. Fiquei, particularmente, orgulhosa pela inclusão do Brasil no projeto. E mais ainda pela aceitação que o curta tem tido. É um curta em que mais de quarenta pessoas (gays, lésbicas e trans) falam a respeito de suas experiências, desde a infância à descoberta, à aceitaçao da família, à vida que levam hoje em dia.

A frase mais significativa do filme para mim apareceu quase no finalzinho, quando um dos personagens fala: “Não subestime o amor das pessoas por você”. É a mais pura verdade. Quem ama de verdade, continua amando, não importa se você está com uma mula, como diz, em brincadeiras, uma boa amiga. Mas não é amor que a comunidade LTBG procura, mas respeito. Isso sim deve ser dever de todos. Respeito e aceitação.

O vídeo "Não gosto dos meninos" segue abaixo. Todos os outros citados podem ser facilmente encontrados no bom e velho YouTube ou no próprio site do Projeto It Gets Better, cujo link está na primeira citação a ele do post. Dêem uma checada, vale à pena!


terça-feira, 31 de maio de 2011

Mostra Itinerante do IV For Rainbow


A MOSTRA ITINERANTE do IV FOR RAINBOW – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual, acontecerá em 150 cineclubes de todo o Brasil, com filmes premiados e outros títulos exibidos nesta edição do festival. Estes filmes estarão concorrendo ao troféu Artur Guedes de Melhor Filme, selecionado por júri popular, em todas as localidades de exibição. A Mostra ocorrerá, seguidas de debates, no período de 24 a 30 de junho de 2011.

A Mostra Itinerante do IV For Rainbow será realizada em parceria com o Conselho Nacional de Cineclubes, dentro do programa “Mostra Cá que Eu Mostro Lá".

Os cineblubes que participarão da itinerância do For Rainbow serão selecionados por chamada pública. As inscrições serão feitas on line neste site. Serão selecionados 50 cineclubes cearenses e mais 100 dos outros estados brasileiros.

Estes cines receberão uma maleta artesanal com o “kit For Rainbow”, contendo um DVD com filmes de curta e média metragem exibidos durante o IV For Rainbow, um catálogo, um CD com produtos gráficos para reprodução e textos de interesse da questão LGBT, um cartaz, produtos artesanais com motivos LGBT e camiseta para sorteio ao público das sessões itinerantes.


Kit For Rainbow

O FOR RAINBOW - Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual está consolidado como um dos mais importantes do Brasil, relacionado a esta temática e com acesso gratuito em todos os seus espaços.

Nas quatro edições o FOR RAINBOW atraiu um público médio diário de mil pessoas, percorreu vários municípios cearenses, inaugurou sua itinerância nacional em Porto Alegre, João Pessoa e Santos. Capacitou duzentas pessoas e produziu dez vídeos com a temática da diversidade sexual, utilizados para ações educativas de respeito à diversidade sexual.

O Ceará tem um histórico permanente de práticas discriminatórias e de violência contra as populações LGBT e o FOR RAINBOW busca interferir nessa realidade incentivando uma cultura de paz e celebrando a diversidade humana.

Na quarta edição, apesar de contar com menos recursos materiais, o FOR RAINBOW ofereceu muito mais atrações. O festival tornou-se internacional e inaugurou sua mostra competiva de longas metragem apresentando filmes, entre os quais, brasileiros ainda inéditos no Ceará. Em três mostras foram 61 filmes do Brasil e de diversas outras partes do mundo, formando um caleidoscópio audiovisual de manifestações estéticas da multidiversidade humana vivenciada em nosso planeta.

Além das mostras audiovisuais, o FOR RAINBOW apresenta espetáculos de teatro, dança, música e exposição multimídia de artes visuais. Durante o festival acontecem também várias mesas de debates, uma oficina de realização e oficina de música e a mostra educativa, com exibições seguidas de debates, em dois centros culturais da periferia de Fortaleza.

Muita diversão, tolerância e amor.

Para mais informações, clique aqui.

(O noivo da) Minha Melhor Amiga

O filme “O noivo da minha melhor amiga” não é nada senão uma desculpa (e talvez um complemento) para a minha verdadeira finalidade: fazer uma homenagem a uma das pessoas mais importantes para mim, minha fiel escudeira, também conhecida como Sancho Pança rs, Thelma, Alface, Ninha, Traste, Monga e por aí vai. Seria difícil citar todos os apelidos super carinhosos atribuídos em... (12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19) sete anos (caralho!) de amizade.


Mas vamos começar pelo filme e depois pulo para a parte sentimental. E quem não tiver interesse, dá esc e estamos feitos (mas sério, se der para ler, leia, tô fazendo com tanto carinho).

Confesso que fiquei danada (no sentindo de com raiva e não de esperta, ok, Cefas Carvalho?) quando paguei nove (NOVE!) reais para ver uma comédia romântica semana passada. Mas eu estava com saudade de cinema e pipoca... e faltando duas pessoas para a minha chegada ao carinha do caixa, os ingressos de Piratas do Caribe 4 (a que eu assisti esse sábado e resenhei lá no O Chaplin) esgotaram. Além do mais, estava saindo com a dita pessoa que homenagearei no post pela primeira vez depois de, sei lá, três semanas de intriguinhas bestas (parece que ainda temos doze anos, às vezes).
Felizmente, o filme foi congratulado com a presença da Kate Hudson (por quem tenho uma quedinha particular), e isso me fez simpatizar de cara, quando ela adentrou uma cena bêbada e gritando, o que, idiotamente, me fez rir durante uns quatro ou cinco minutos (na verdade, olhar para o rosto dela já é o suficiente para me fazer rir).

Mas Kate Hudson à parte, o filme é aquela velha história da Cinderela sem graça (Rachel) apaixonada pelo príncipe que não pode ter. Nesse caso, não pode e nem deve, já que o tal príncipe namora a melhor amiga dela (Darcy). Mas o príncipe gosta da Cinderela também, então vocês já podem imaginar o final.

O balaio é completo nesse filme: tem amiga doida, tem amigo engraçado metido a garanhão, tem amigo que finge ser gay mas é apaixonado pela Cinderela, tem cena-tapa-buraco de avião aterrissando (totalmente sem sentido, convém dizer), tem traição, tem álcool, e tem comédia. E ainda tem tradução nada a ver do título. De "Something Borrowed", no inglês, teoricamente, "Algo Emprestado", para "O noivo da minha melhor amiga" (Hã??)


É uma típica comédia romântica, sem tirar e nem acrescentar nada. Portanto, se querem um conselho, NÃO PAGUEM NOVE REAIS POR ELA. Baixem da internet se estiverem deprimidos e quiserem rir, ou comprem por, no máximo, dois reais no camelô mais próximo. Mais que isso, é roubo. Só para ajudar, vou pôr um link dele no fim do post, caso interesse a alguém. Mas tá dublado (foi tudo o que eu achei, sorry). Também vou por o trailer só para não dizerem que o post ficou incompleto.

Trailer "Something Borrowed"

Sim, o filme é engraçado. Mas eu passaria sem ele, SE não tivesse caído como uma luva na ocasião em que assisti. Essa merda me fez chorar, acredite. E a razão vai abaixo:

Darcy: “Como todos já sabem, vou me casar daqui a 61 dias. E, Dex, meu bem, eu tenho uma confissão a fazer. Não vai ser o meu primeiro casamento. É. A Rachel e eu somos almas gêmeas desde sempre. Vivíamos grudadas, fazíamos tudo juntas. Tipo, representar o North Dancing, ou inventar a nossa própria coreografia de Hip Hop. Basicamente dividíamos tudo. Inclusive o Ethan. Ele foi nosso par no baile da sexta série. E durante esse tempo todo Rachel e eu fomos inseparáveis. Éramos nós contra o mundo. Depois que nos formamos, ela me trocou por aquela faculdade de Direito idiota, apesar do fato de eu ter desistido da minha vaga na Notre Dame porque ela não foi aceita. Mas tanto faz. No final deu tudo certo, porque ela foi estudar Direito em Nova York, conheceu o meu futuro marido e nos apresentou. Eu nunca vou me esquecer que quando Dex me pediu em casamento, tudo o que eu pensava enquanto ele estava lá de joelhos era que eu queria que a Rachel estivesse lá, me vendo, naquele momento. Dizer que você é minha melhor amiga, seria o eufemismo do século. Você é a irmã que eu nunca tive. Você é... às vezes, a mãe que eu sempre preciso. A grande razão para eu poder me lançar sem medo nas aventuras é porque ela está sempre lá. Ela está sempre, sempre, lá. Eu te amo, Rachel. De verdade. Feliz 30 anos!”

Quando a novela “Alma Gêmea” estreou na tevê, vivíamos cantando a música tema. Isso porque, se almas gêmeas são pessoas diferentes que se complementam, Ana Clara é, sem dúvida, a minha (ou uma das minhas). No início era assim: eu era uma patricinha abestalhada cujo repertório musical limitava-se a Britney Spears, Madonna e Lindsay Lohan, e o guarda roupa era capaz de “incandiar” alguém, devido a quantidade de peças cor-de-rosa. Chegava ao absurdo de vestir uma blusa, um boné, brincos, batom e uma sandália rosa de uma vez, a prova vai abaixo. Ana Clara, por sua vez, era feliz com os cabelos sempre presos, ouvindo seus bons rocks, óculos redondos, aparelho e um quê de autismo que ainda hoje sustenta. Eu era CDF, ela estava um tanto longe disso.




A partir do momento que ficamos amigas, passamos a viver grudadas. O tempo todo. Se alguém (mesmo professores e funcionários) me via sozinha, perguntava: “E cadê Aninha?”. O mesmo com ela. Chegamos ao ponto de sermos separadas de turma. Não que tenha adiantado de alguma coisa. Quando dava vontade, eu ainda ia para a turma dela ou ela para minha. E ai de quem se opusesse. Nunca fomos muito chegadas a hip hop, mas inventamos a nossa própria coreografia de “Man! I feel like a woman”, e o nosso próprio ritmo de “Girls just wanna have fun”, ou “Don’t let me get me”. Dividimos tudo também. Desde nossos amigos (Ronaldo, Thales e Túlio), até livros, cds, dvd’s e batata-frita (quatro itens de que temos maior ciúme. É.)

Bem, às vezes, ela chora dizendo que a troquei pelo Jornalismo. Mas é mentira. Quando não era o Jornalimo, era o Grêmio, eram as aulas, era o vestibular. Eu sempre fui um tanto ativa demais. E Ana Clara estava lá para me puxar do mundo real, às vezes, e evitar que eu tivesse um piripaque qualquer hora dessas. Não lembro de um só relacionamento que ela não tenha me apoiado. Todos, mesmo nas horas mais improváveis, ela estava lá. Para me incomodar – ou me salvar. Desde o meu primeiro beijo. Ainda lembro vagamente de ela querendo bater em um cara nesse dia. Bem, não vou mais a festas por um trauma adquirido nesse dito dia 22 de dezembro de 2006. Mas deixa para lá.

Mas sem sombra de dúvidas, a coisa mais verdadeira dessa fala da Darcy no filme é isso: “A grande razão para eu poder me lançar sem medo nas aventuras é porque ela está sempre lá”. Eu sempre fui muito medrosa, e você sabe disso. Mas aprendi a tomar banho de chuva por sua causa. Aprendi a me melar, a correr riscos, a faltar aulas, a mentir as festas que ia... aprendi a ser quem eu sou e a me deixar ser. Obrigada por isso. Obrigada até por não se importar quando as pessoas acham que somos namoradas, embora a ideia seja repugnante. Sem ofensas, mas você entende.

Os anos passaram. Temos pouquíssima coisa das garotas que éramos quando nos conhecemos. Mas ainda somos amigas e não vejo um motivo para deixarmos de ser. Apesar dos pesares, nos conhecemos a cada dia mais. Você é como um porto-seguro. Quando tudo estiver fodido (com a licença da palavra), ainda tenho você. Como sempre tive nos piores momentos.

E de resto, eu só tenho a dizer Feliz 19 anos, nojenta! Botox na sua vida!


 Darcy: Gente que é amiga desde criança quase sempre se separa algum dia. Que bom que a gente não.
Rachel: Também acho.
Darcy: E nunca vamos nos separar, não é?
Rachel: Não.
Darcy: Acho que não existe ninguem que me conheça mais que você. Nem mesmo o Dexter conhece. Não como você. Eu sinto que você me aceita totalmente.
Rachel: Darcy, por que tá falando isso?
Darcy: Eu não sei, mas quando a gente vai se casar começa a pensar em todos os grandes momentos. E você está em todos os meus.


 Obs: Como prometido, clique aqui para fazer o download do filme dublado. A qualidade também não tá muito boa... Mas para os interessados, promessa cumprida.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Disputa estudantil é tema de "Eleição", filme exibido no Cine Assembleia de Maio

 Para finalizar a programação de maio, mês comemorativo do aniversário de seis anos do Cineclube Natal, será exibido nesta quinta-feira (26), dentro da sessão Cine Assembleia, o longa-metragem “Eleição” (Election, EUA, 1999), dirigido por Alexander Payne e baseado no livro homônimo de Tom Perrotta.


O filme, indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, é uma sátira à ambição e à busca pelo poder dentro do ambiente escolar. Retrata os conflitos entre alunos e professores da conceituada escola americana George Washington Carver High gerados pela disputa a presidência do Conselho Estudantil. A ambiciosa e destemida aluna Tracy Flick (Reese Whiterspoon) concorre ao cargo com o popular jogador de futebol Paul Metzler (Chris Klein), que tem o apoio do dedicado e premiado professor Jim McAllister (Matthew Broderick), e com a irmã mais nova de Paul, Tammy Metzler (Jessica Campbell), que entra na disputa apenas para vingar-se do irmão. Como numa eleição "de verdade", a trama é recheada de trapaças, negociatas e sujeiras.

"Eleição" faturou os prêmios do ISA (Indenpendent Spirit Awards) de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro, sendo indicado ainda a Melhor Atriz para Reese Witherspoon e Performance Revelação para Jessica Campbell.

A sessão Cine Assembleia é uma realização conjunta do Cineclube Natal e Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. O evento é gratuito e tem início as 18h. A pipoca é cortesia da casa!

Nota: Pede-se aos participantes que não trajem bermudas. Aconselha-se ainda que levem casacos devido à temperatura do local.

Mais sobre a programação do Cineclube Natal em 2011 aqui

terça-feira, 17 de maio de 2011

Querido Leonardo...


 Para ver a vida de frente.
Sempre... Para ver a vida de frente.
E entendê-la... do jeito que ela é.
Conhecê-la, finalmente.
E amá-la, do jeito que é.
E então, abandoná-la.

(Filme As Horas)

domingo, 15 de maio de 2011

Pesadelo mudo de Dementia e A Centopeia Humana são destaques entre outras preciosidades do gênero


Quem se queixa da falta de opções de Cinema alternativo em Natal, onde o pequeno circuito de shoppings se restringe aos “pesos pesados” hollywoodianos, terá a partir do dia 16 como arejar a mente e sair da rotina. Programada para transcorrer até 22 de maio, a V Semana do Filme Cult traz nesta edição seis títulos que mantêm o estilo das anteriores, ou seja, pura variedade dentro do que se compreende pela denominação a qual fazem jus filmes apreciados fervorosamente por cinéfilos das mais diversas gerações. Novamente a iniciativa do Cineclube Natal conta com a parceria da Fundação José Augusto e a colaboração do jornalista e crítico de Cinema Rodrigo Hammer.

A abertura da mostra, no dia 16, é reservada ao clássico O Homem de Palha (The Wicker Man, 1973) que trata de um culto pagão de seguidores "liberais" envolvido no desaparecimento de uma menina em ilha afastada. Ao contrário do que muita gente pensa, a produção não pertence ao vasto rol de "cults" da produtora inglesa Hammer, mas conta com o mesmo clima surrealista daqueles exemplares, dando-se ao luxo de um antológico Christopher Lee na pele de poderoso senhor feudal.

Na terça-feira, dia 17, a semana reserva aos apreciadores do norte-americano Victor Salva (diretor dos excelentes Olhos Famintos I e II) seu filme de estreia Palhaços Assassinos (Clownhouse, 1989). Rodado com poucos recursos, embora empregados com a criatividade peculiar do realizador, foi considerado inovador pelo tratamento dado a um incomum roteiro de “slasher” onde três foragidos de um manicômio judiciário roubam fantasias de palhaço para aterrorizar três garotos numa casa.

A programação será interrompida dia 18 em virtude de evento reservado à pauta do TCP, mas retorna no dia 19, quinta-feira com o insólito “pesadelo” mudo de John Parker, Dementia (Dementia, 1955). O Thriller acompanha uma noite na vida de uma mulher traumatizada por acontecimentos do passado que encontra seus algozes em horripilantes flashbacks.

Reservado à sexta-feira, 20, o bizarro Alice (Neco z Alenky, 1988) do tcheco Jan Svankmajer recria as aventuras do personagem de Lewis Carroll através de um prisma que beira o delírio alucinógeno. A combinação de títeres engenhosos e crítica mordaz aos elementos mais convencionais das fábulas infantis, transformou o longa em entretenimento adulto com o passar dos anos, ao contrário das versões tradicionais para o Cinema.

Talvez o título que melhor expresse a conotação “Cult” da mostra junto a O Homem de Palha, a obra-prima Os Olhos Sem Rosto (Les Yeux Sans Visage, 1960), de Georges Franju, reúne os elementos fundamentais de um Noir temporão para narrar a história de um cirurgião obcecado em reconstruir o rosto deformado da filha usando como matéria-prima, recortes das faces de jovens raptadas em parceria com sua assistente. Será exibido no sábado, dia 21.

Encerrando a semana no domingo, 22, A Centopeia Humana (The Human Centipede-First Sequence, 2009) condensa horror, cientificismo niilista e sadismo extremo para descrever a experiência de um cirurgião decidido a realizar uma “instalação humana” formada por três prisioneiros – duas mulheres e um homem – emendados para deleite do psicopata. Pertencente à safra mais recente do Euroshock, o filme não rendeu a polêmica esperada onde foi exibido, embora apreciado por entusiastas do bizarro mais sofisticado. Como vem fazendo há duas edições, a Semana do Filme Cult inclui uma programação à parte de curtas-metragens exibidos antes de cada sessão.

PROGRAMAÇÃO

16/05 – Segunda-Feira

O Homem de Palha (The Wicker Man, ING, 1973)

Direção: Robin Hardy

Elenco: Edward Woodward, Christopher Lee, Britt Ekland

Sinopse - Policial é chamado a vilarejo em ilha afastada para investigar desaparecimento de menina e se depara com macabro culto pagão em louvor a gigantesco ídolo de palha.


Curta-Metragem

The Hearts of Age (1934) – 8 min.

Direção: Orson Welles/William Vance

Sinopse – Uma sucessão de imagens alinhavadas aleatoriamente e influenciadas pelo Surrealismo. Considerado esboço para o que Welles faria em Cidadão Kane.

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17/05 – Terça-Feira

Palhaços Assassinos (Clownhouse, EUA, 1989)

Direção: Victor Salva

Elenco: Nathan F. Winters, Brian McHugh, Sam Rockwell

Sinopse – Pouco antes do Halloween, três irmãos isolados numa casa são ameaçados por três dementes foragidos que roubam fantasias de palhaços de circo para barbarizar.


Curta-Metragem

O Solitário Ataque de Vorgon (2010) – 6 min.

Direção: Caio Dandrea

Sinopse – Saga de Vorgon, sujeito atormentado pela perda da namorada, que se vê transformado em criatura gigante.

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19/05 – Quinta-Feira

Dementia (Dementia, EUA, 1955)

Direção: John Parker

Elenco: Adrienne Barrett, Bruno VeSota, Ben Roseman

Sinopse – Mulher desperta de pesadelo num quarto de hotel barato e encontra diversos personagens noite adentro que a aterrorizam por circunstâncias ligadas a um passado sombrio.


Curta-Metragem

La Jetée (1962) – 28 min.

Direção: Chris Marker

Sinopse – Colagem de fotografias ilustra futuro apocalíptico após guerra que destrói o planeta em saltos temporais. Inspirou Os 12 Macacos, de Terry Gilliam.

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20/05 – Sexta-Feira

Alice (Neco z Alenky, TCH, 1988)

Direção: Jan Svankmajer

Elenco: Kristýna Kohoutová

Sinopse – A visão de Svankmajer do clássico de Lewis Carroll com apenas o personagem principal em meio a títeres em stop-motion.


Curta-Metragem

La Cravate (1957) – 20 min.

Direção: Alejandro Jodorowsky

Sinopse: Adaptação com o típico toque “jodorowskiano” de romance de Thomas Mann sobre mulher que literalmente “troca as cabeças” entre marido e amante.

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21/05 – Sábado

Os Olhos Sem Rosto (Les Yeux Sans Visage, FRA, 1960)

Direção: Georges Franju

Elenco: Pierre Brasseur, Alida Valli, Juliette Mayniel

Sinopse - Brilhante cirurgião ajudado pela assistente, rapta jovens com a finalidade de remover partes de seus rostos e implantá-las no de sua filha desfigurada.


Curta-Metragem

Meshes Of The Afternoon (1943) – 14 min.

Direção: Maya Deren/Alexander Hammid

Sinopse – Em clima onírico, a jornada de uma mulher e seu universo particular de delírio num apartamento sombrio.

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22/05 – Domingo

A Centopeia Humana (The Human Centipede-First Sequence, HOL, 2009)

Direção: Tom Six

Elenco: Dieter Laser, Ashley C.Williams, Ashlynn Yennie

Sinopse – Cientista louco sequestra trio de turistas a fim de “remontá-los” como uma nova espécie de animal: uma centopeia humana formada pela emenda de suas bocas com seus retos.


Curta-Metragem

Escola de Carteiros (1947) – 16 min.

Direção: Jacques Tati

Sinopse - Tati, depois de ter as primeiras lições de carteiro, arma a maior confusão no seu novo emprego.

sábado, 7 de maio de 2011

Cineclube Natal exibe sessão especial em homenagem ao Dia do Artista Plástico

Em maio, o Cineclube Natal completa 6 anos de atividade e para comemorar esta data promove um mês repleto daquilo que é a essência do cineclubismo: apreciação, reflexão e discussão sobre o cinema.

Além das sessões regulares do projeto, o Cine Assembléia, a sessão Cinéphilie (realizada em conjunto com a Aliança Francesa) e o Cine Mãe Luíza, a programação conta com sessão especial em homenagem ao Dia do Artista Plástico, o "Cineclube Natal visita: Jazzy Rocks", e a quinta edição da já consagrada Semana do Filme Cult, que será realizada de 16 a 22, no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel (TCP).


No dia 08, O Cineclube leva ao Jazzy, mais novo music bar da cidade, o documentário indicado ao Oscar 2011: "Exit Through the Gift Shop" (Banksy, 2010). O longa, considerado um dos mais fascinantes e instigantes sobre arte já realizados, retrata a história do movimento "street culture", que tem como um dos seus principais ícones o artista inglês Banksy, roteirista e diretor da obra.


O debate posterior será dirigido por Pedro Fiuza, presidente do Cineclube Natal, e os professores convidados Everardo Ramos e Laurita Salles do Departamento de Artes da UFRN. Durante a exibição ocorrerá uma intervenção artística de grafiteiros em um dos muros do bar, a exemplo da temática do filme.
O evento começa as 16h. O Jazzy Rocks fica situado na Avenida Miguel Castro Miguel, 1503 no bairro de Lagoa Nova. Para consultar o mapa clique aqui.




Trailer - Exit Through the Git Shop

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Sobre Liz Taylor

Na faixa dos meus doces e pretensiosos quinze anos estava eu no encontro semanal que costumava ser responsável pela minha formação cultural, o Clube da Cultura. Era uma reunião com debates, exibições de filmes e discussões sociais coordenados pelo meu eterno mestre Professor Francisco Félix, de Caicó.

Eu tentava sempre acompanhar o ritmo do grupo (e do mestre) para não parecer uma leiga quando mencionassem algum assunto mais inusitado. Então, um dia, quando Elizabeth Taylor caiu, acidentalmente, em pauta no grupo, eu me inseri, empolgada:

Liz Taylor como Cleopatra (1963)

- Ah, Félix, é a que fez Cleópatra, não é?


Tola garota. Sempre aprendendo com os foras dos mais velhos. Dessa vez, ele me respondeu, com o mesmo olhar de desprezo que, posso me gabar, era destinado apenas a mim e a sua outra pupila, Ana Clara.

- Fez ele e dezenas de outros, coquinho. Fique quieta.

A bela Liz Taylor
De fato, Elizabeth Taylor tem mais que "apenas" Cleopatra para orgulhar-se. É uma gama de filmes, séries de tv, participações e dublagens de 1942 a 2003 que fazem dela uma das maiores e melhores atrizes que a sétima arte já contemplou. Não se tratava apenas de seu glamour e beleza singulares. Não. Era mais que isso. Liz Taylor tinha uma visão, de certa forma, progressista à maioria das atrizes que lhe foram contemporâneas, sem falar nas ações humanitárias de filantropia às quais dedicou-se durante três décadas.


Apesar de seus três casamentos mal-sucedidos, apenas um coração de ouro abrigaria quatro filhos (sendo uma adotada) e mais tantas causas sociais.

Liz, certamente, será lembrada por muito tempo. Para alguns, por seu talento. Para outros, apenas como a mais bela Cleopatra que Hollywood já viu. Para tantos, como a atriz dos três casamentos. Mas para muitos, ela será imortalizada por discursos como o abaixo, um dos mais cativantes que já vi em defesa da causa homossexual.

Liz Taylor na edição do GLAAD de 2000

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Cineclube Natal promove V Semana do Filme Cult

Maio, mês em que é comemorado o sexto aniversário do Cineclube Natal, trás uma programação convidativa a qualquer cinéfilo. Além das sessões sacramentadas do Cineclube Natal (Cine Assembleia, Cinéphilie e Cine Mãe Luíza), será realizada também a V Semana do Filme Cult, de 16 a 22 de maio.

já tradicional Semana do Filme Cult chega a sua quinta edição sempre com uma programação voltada para filmes cultuados, mas constantemente obscuros (indo do trash ao experimental, do erótico ao surreal, trazendo tanto filmes que carregam algumas décadas nas costas como filmes que acabaram de ser lançados, como é o caso de A Centopeia Humana, thriller de 2009.


Os filmes serão exibidos no Teatro de Cultura Popular (TCP), a partir das 18h30. A programação será composta por seis longas-metragens que vão desde a animação tchecoslovaca Alice (1988), até o noir de John Parker, Dementia (1955). Associados aos longas, também serão exibidos curtas-metragens. Entre eles, o surrealista The Hearts of Age (1934), de Orson Welles e ainda O Solitário Ataque de Vorgon (2010), curta de estreia do brasileiro Caio D’Andrea.

A entrada de cada sessão custa R$ 2,00. Entretenimento de qualidade, cultura e aprendizado são garantidos.


Confira abaixo a programação completa do mês de maio no Cineclube Natal:


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