Não aguentei não repassar esse vídeo que um amigo querido me apresentou hoje. Trata-se de um filme publicitário para uma campanha anti-homofobia. Não tenho muitas informações, mas os quase quatro minutos do vídeo valem por quaisquer palavras. Assistam... é belo.
Obs: o áudio é em inglês e as legendas em espanhol, mas acho que dá para desenrolar até para quem não conhece nenhum dos idiomas.
Como feriado é dia de se despreocupar da vida, fazer aquela visitinha à praia, tentar estudar, mas acabar rindo de um seriado de comédia qualquer, trouxe alguns vídeos para que a graça seja completa.
O primeiro é meio tosco. De um bebê tentando/fingindo ler. Achei interessante a determinação e segurança que a criança olha para o papel, como se aquilo fosse a coisa mais fácil do mundo. O que vale é a intenção, hein?
Desculpem meus amigos católicos, mas é quase heresia não postar esse segundo vídeo rsrs Tenham senso de humor e riam também, sim?
O último vídeo tem mais caráter cultural e informativo. Depois de ouvirmos em diferentes ocasiões, ultimamente, o Hino Nacional interpretado modernamente e de forma pífia, vimos no encerramento dosJogos MundiaisMilitares, no Engenhão, um abertura maravilhosa, uma interpretação emocionante.
Wagner Tiso, Arthur Moreira Lima, João Carlos de Assis Brasil, Nelson Ayres, Amilton Godoy e Antonio Adolfo tocando juntos ao piano. Vale a pena conferir!
Não podia deixar de comentar o doodle que o site Google exibiu ontem, dia em que Freddie Mercury completaria 65 anos, em todo o mundo, uma linda homenagem ao cantor e compositor, figura inesquecível para fãs ou não da banda Queen que acompanharam a sua polêmica e talentosa trajetória.
Eu fiquei particularmente encantada com a homenagem e assisti o vídeo de ótimo gosto, no mínimo, umas sete vezes durante o dia. A música, "Don't Stop Me Now", também foi muito bem escolhida e trouxe nostalgia a essa que vos escreve.
Para quem acha que Shania estava amedrontada pelo sucesso da nova queridinha do pseudo-country Taylor Swift, está bem enganado.
A prova que as duas fizeram um vídeo promocional bem ao estilo Thelma e Louise (um filme de 1991, dirigido por Ridley Scott, com as queridas Susan Sarandon e Geena Davis).
Me encantei pelo vídeo, por mais que seja "tosquinho". Primeiro, por ter Shania (nunca escondi minha paixão platônica pela diva) e depois, por unir os dois ícones do country de gerações diferentes, como uma sucessão.
O vídeo que tem participações especiais (inclusive do loirinho que interpreta Sam, em Glee) conta com alguns trechos de músicas da dupla e até o gran finale é ao estilo Ridley Scott.
Frente às atuais maifestações sociais devido ao desrespeito para com a classe dos professores do RN, surje mais uma marcha, para a qual não só professores estão convidados, mas alunos, pais, universitários e todo cidadão que preze pela melhoria e respeito para com essa necessidade social. Teremos ainda (e finalmente) a nossa Marcha das Vadias. Estava marcada para o mês de maio, mas acabou dando espaço à Marcha da Liberdade e agora, finalmente, as "vadias" natalenses irão às ruas, contra o abuso do machismo e a favor do nosso direito de sermos mulheres sem sermos subjugadas por isso! Os releases de convocação seguem abaixo. E avante, cidadãos! Por uma sociedade melhor!
O mais novo livro da autora Margaret Cardillo conta a história de uma das maiores lendas femininas do cinema, segundo o American Film Institute. A obra conta a história da vida da atriz e modelo Audrey Hepburn, conhecida por sua atuação icônica no filme Breakfast at Tiffany's(Bonequinha de Luxo) de 1961.
Eu sei, ninguém precisa me lembrar de que sou loira. Mas ninguém também pode me acusar de não ter senso de humor. Infelizmente, a falta excessiva de melanina parece mesmo causar distúrbios psicológicos. Ou, no mínimo, motores. Detran que me diga.
Quando eu tinha 7 anos, em 2000, tudo a que estava habiatuada a ler eram livros do gênero "Abelhinha Zum-Zum", "A lagartixa que queria virar jacaré", "Salvem os pássaros" e por aí vai. Não que não tenham sido importantes, afinal, com eles aprendi a ler - conta a minha mãe que a grande realização deu-se por minha conta, em uma tarde, aos 5 anos; ao menos posso me gabar de ser autodidata em algo na vida - contudo, o gosto pela leitura e orgulho por saber fazer aquilo só se deu de fato quando, certo dia, ainda na flor dos meus sete anos, uma amiga da minha irmã mais velha falou-me sobre Harry Potter.
Em 12 de abril, a jornalista Carol Almeida lançou o desafio do Projeto #EuSouGay: produzir um vídeo com o apoio dos internautas, independente de suas orientações sexuais, em enfrentamento à homofobia.
Vídeo incrível. Produção fantástica. Fico me perguntando como foi possível filmar isso tudo... A mensagem é belíssima. É a natureza dando mais uma lição para nós, seres racionais.
O vídeo abaixo foi enviado a mim por uma amiga e eu sinceramente não sei muitas procedências sobre ele. Creio que os personagens sejam soldados americanos que haviam partido para outro país, em período de conflitos.
Embora não saiba nada sobre eles, ao fim do vídeo eu estava chorando pelos gestos que assisti. Há tanto mais entre os relacionamentos humanos que podemos supor...
Eis aqui um vídeo produzido para a disciplina de Psicologia da Comunicação. A abordagem relaciona-se com o processo de socialização e identidade infantil.
Embora produzido com poucas condições técnicas e de forma um tanto desesperada, ficou bastante legal. A edição de Renata Costa foi para lá de eficiente na compilação das nossas ideias e os rostinhos das crianças super fazem valer à pena os quase três minutos de vídeo.
Chequem :)
Imagens: Andressa Vieira e Ananda Braga
Produção: Andressa Vieira, Ananda Braga, Kassandra Lopes e Larissa Moura
Era alegre, colorida, as pessoas sorriam e faziam questão de mostrar seus chapéus de palha e vestidos coloridos. Eu fui a uma festa junina e ninguém julgava ninguém. Ninguém trocava as saia rodadas por minissaias ou as pintinhas pretas nas bochechas por uma sobrecarga de blush, rímel e corretivo.
Eu vi a noiva. Ela era morena, linda e atraente. Não importava que o sapato não combinasse com o vestido - que estava rasgado. Ela era bonita ainda assim. E estava orgulhosa de ser a noiva. Eu vi os casais de matutos. O homem mal falava, apenas tentava esboçar um sorriso quando a mulher, que exibia um constante sorriso sem dentes, lhe fazia carinho e lhe beijava o rosto.
Eu vi o músico que tocava o pandeiro. Nada lhe faria mais feliz àquela tarde que tocar, por duas horas seguidas, um mesmo som.
Eu vi as quadrilhas. Eram duas. A primeira era tão cheia de diferenças quanto homogeneizada. As segregações pareciam unir-se em uma parceria perfeita, formando a dança mais bonita e encantadora que já tive o prazer de acompanhar. A segunda... Ah... a segunda. A noiva deveria ter idade de ser minha avó. Mas a disposição de quem poderia ser minha filha. Durante meia hora assisti a um espetáculo junino e a uma lição de saúde escrachada.
Eu fui a essa festa fotografar. Fotografei sorrisos tortos, banguelos, sinceros, olhares avoados, amorosos, felizes e orgulhosos. Eu fotografei todos que me pediam, e os que eu pedia também. E fotografar nunca me deu tanto prazer.
Depois de dois anos de mal com São Pedro, Santo Antônio e São João, eu fui a uma festa junina em um hospital psiquiátrico. E nunca estive em uma festa tão diferente. Mas isso importa? Não para aquela festa, a mais bonita de todas que já fui.
(Free to be whatever you/Whatever you say/If it comes my way it's alright)
Shania Twain finalmente livrou-se do mal maior de sua carreira: o casamento mal-sucedido e suas consequências.
Shania, ícone do country-pop dos anos 90 e início dos anos 2000, não sobe em palcos há mais de sete anos, quando resolveu dedicar-se a dura atividade de sustentar - sozinha - o casamento que ruía. Não conseguiu, de toda forma. O marido, um carinha "bacana" e pouco sociável, o produtor e compositor Robert John “Mutt” Lange, apaixonou-se pela melhor amiga de Shania, por quem a deixou.
Desde então, a cantora remoe mágoas, muito bem expostas em um documentário de TV e em um livro, nos quais Shania, de 45 anos, descreveu a destruição do seu casamento de 14 anos e os medos de que nunca cantaria novamente por conta de uma doença chamada disfonia, em que os músculos apertam as cordas vocais.
Como fã incurável da música e do estilo de Shania, não tenho mais palavras para xingar o fulaninho que provocou isso tudo. Mas como diva é sempre diva, Shania roda a baiana, sacode a poeira e dá a volta por cima! E em grande em estilo. Ela se apresentará para os fãs na arena de 4.300 lugares no Caeser's Palace, em Las Vegas.
O show, de título muito bem escolhido, chamado Shania: Still the One, vai começar no dia 1º de dezembro de 2012. Ela vai ser a primeira cantora country a se apresentar como a principal atração do lugar.
O sucesso de Shania Twain, ou Eilleen Regina Edwards, seu nome verdadeiro, alcançou o ápice em 1997, com o lançamento de Come on Over, que elevou a venda mundial de discos para mais de 75 milhões. O seu último lançamento em estúdio foi em 2002, com Up! e os grande singles Nah!, I'm Gonna Getcha Good, Ka-Ching, In My Car (I'll be the driver) e Up! (minha música favorita dela).
Mas o melhor álbum de Shania é mesmo Come on Over, quando as suas tendências pop vêm a tona, casando perfeitamente com o country, que lhe é sacramentado, e a voz forte, um tanto rouca e envolvente.
As composições de Shania são sempre dotadas de bom humor e um toque bem apimentado de feminismo e pouco romantismo. Claro que sempre encontraremos recaídas como "You're still the one", "Don't" (que já foi trilha de novela Global) e "From this moment on", eternamente tocadas em casamentos e momentos de juras de amor.
Shania Twain - Up!
Bem... quem duvida que ela não fará composições sobre o tema por um bom tempo? Eu não acho ruim. Nada como a acidez de "Honey, I'm home", "That don't impress me much" e, claro, a clássica "Man! I feel like a woman", responsável pela minha simpatia inicial com Shania.
That don't impress me much - Shania Twain
Admito que o nome artístico Twain (que remetia a Mark Twain, escritor de dois dos meus livros favoritos) muito me induziu...
De toda forma, anuncio em primeira mão que logo começarei a vender rifas para a minha viagem a Las Vegas em 2012. Por favor, colaborem e façam uma fã feliz. Em recompensa, posto aqui o álbum que une os maiores sucessos de Shania, que ainda não são muitos. Espero que, com a retirada do ex-marido brucutu de cena, logo outros sejam lançados.
Há quatro anos, aproximadamente, tive uma aula de meio ambiente/consumismo/lixo na turma de Geografia do meu primeiro ano do Ensino Médio. Essa é uma das poucas aulas que ainda lembro e ponho em prática até hoje.
A professora, também Andressa (e por esse motivo, sempre que eu conseguia uma nota alta, ela punha um recadinho de auto estima no canto da prova: "Tinha que ser Andressa mesmo!"), uma geógrafa extremamente competente e apaixonada por causas ambientais, quase nos implorou que selecionássemos melhor os produtos que consumíamos e o que realmente precisava ir para o lixo. "Muitas vezes, jogamos fora pelo simples motivo de querermos algo novo, ainda que o objeto antigo esteja em perfeitas condições de uso". Explicou-nos sobre produtos que prejudicavam o meio ambiente e como fazer para evitá-los.
Eu sabia que, sozinha, não ia fazer lá muita coisa, mas me orgulho de, desde então, só usar desodorante roll-on e manter o mesmo estojo de lápis (feito de uma calça jeans) que utilizava há quatro anos.
Hoje, em um trabalho apresentado por um colega no curso de Inglês, assisti a um vídeo que me lembrou bastante essa aula. Trouxe, então, para compartilhá-lo com vocês. Chama-se "Story of Stuff", ou "História das Coisas" e é apresentado por essa guru ambiental chamada Annie Leonard.
Por favor, se tiverem tempo, assistam aos pouco mais de vinte minutos. Há alguns erros de tradução nas legendas, mas a síntese dá para pegar muito bem.
E, se puderem também, não consumam tanto. De alguma forma, ajuda o sistema a melhorar.
Num momento meio nostalgia, acabei fuçando o Youtube em busca de aberturas de novelas que marcaram minha infância... aquelas musiquinhas que não saíam da minha cabeça nem por decreto materno. Pois é. Com certeza vai trazer nostalgia a muita gente (da minha geração, é claro). Se você tem mais de vinte e cinco anos, sentirá falta de muitas aberturas melhores nesse post. Mas, acredite, se eu tivesse escolha, também teria nascido nos anos 60.
Vamos por ordem de preferência:
1. O Beijo do Vampiro (bombombombombombombom...)
2. Zazá (Cadê Zazá, Zazá, Zazá...)
3. As Filhas da Mãe (Alôoo... Alôoo... quem fala? É do Brasil...)
4. O Cravo e a Rosa (Jura... Jura... pelo Senhor...)
5. Chocolate com Pimenta (sol e lua, casa e rua, luz e sereno...) 6. Pecado Capital (dinheeeiro na mão é vendaval...)
7. Esperança (Viiiiita... Esperanza...)
8. Uga Uga (auê auê auê...)
9. Bang Bang (essa eu ia para frente da tevê só para ver os bonequinhos)
10. Celebridade (adorava o luxo dessa abertura)
Bônus:
Agora é que são elas (dava valor ao estilo pop arte e à música tema)
Há tempos estive pensando em falar aqui sobre A Banda Mais Bonita da Cidade. Mas aí todo mundo já falava, todo mundo já ouvia, todo mundo já conhecia e eu resolvi não falar mais - é por esse motivo que ainda não postei aqui o vídeo da VIVO de Eduardo e Mônica ou sobre o protesto #ForaMicarla. Virou hashtag, já era.
Contudo, hoje achei um vídeo de protesto que achei digno postar aqui. É a Banda Mais Bonita da Universidade, formada pelos alunos de Comunicação em Mídias Digitais da Universidade Federal da Paraíba. O bloco que seria destinado para as aulas do curso ainda está da mesma foma há um ano: estancado no canteiro de obras. Maravilha. Tá aí um bom motivo para se cantar um mantra. Parece que finalmente nós, jovens da geração Shopping Center, estamos achando motivos para protestar. Valeu, galera.
Ok, eu sei que meus leitores podem já estar cansados da minha constante campanha contra a homofobia. Estava determinada a dar um tempo dos posts anti-homossexualismo. Mas foi inevitável, então peço que aguentem (e dêem alguma atenção) a mais um.
Há algum tempo (pouco menos de um ano) conheci a campanha It Gets Better, que surgiu nos EUA a fim de combater o elevado número de suicídio de jovens que sofriam bullying por serem gays. A campanha não foi como água de chuva que dá e passa e ainda está firme e forte. O twitter (@itgetsbetter) está sempre ativo, pessoas que assinaram a campanha recebem atualizações mensais ou quinzenais e os americanos (e pessoas de outros países também) continuam enviando vídeos, vencendo o preconceito de si mesmas, famílias, amigos e aceitando-se como são. Alguns, que já se aceitam até demais, enviam vídeos de apoio aos que ainda sofrem com a condição e a campanha é clara: It gets better! Vai melhorar!
O projeto mobilizou desde estudantes até a presidência dos EUA, tendo até Barack Obama feito um vídeo de apoio aos jovens. Funcionários gays da Casa Branca também fizeram um vídeo, bem como os funcionários da Pixar (que produz animações). Na página Vídeo desse blog também há outro vídeo produzido em apoio à campanha, que, para mim, é o mais emocionante.
Contudo, a não é exatamente a It Gets Better a responsável por esse post, mas o vídeo brasileiro "Não gosto dos meninos", de direção de Gustavó Ferri e André Matarazzo, que foi inspirado na campanha americana, e a mim foi apresentado pela estimada Kassandra Lopes. Fiquei, particularmente, orgulhosa pela inclusão do Brasil no projeto. E mais ainda pela aceitação que o curta tem tido. É um curta em que mais de quarenta pessoas (gays, lésbicas e trans) falam a respeito de suas experiências, desde a infância à descoberta, à aceitaçao da família, à vida que levam hoje em dia.
A frase mais significativa do filme para mim apareceu quase no finalzinho, quando um dos personagens fala: “Não subestime o amor das pessoas por você”. É a mais pura verdade. Quem ama de verdade, continua amando, não importa se você está com uma mula, como diz, em brincadeiras, uma boa amiga. Mas não é amor que a comunidade LTBG procura, mas respeito. Isso sim deve ser dever de todos. Respeito e aceitação.
O vídeo "Não gosto dos meninos" segue abaixo. Todos os outros citados podem ser facilmente encontrados no bom e velho YouTube ou no próprio site do Projeto It Gets Better, cujo link está na primeira citação a ele do post. Dêem uma checada, vale à pena!
Vi esse vídeo há pouco no excelente blog Cultmidia da amiga jornalista e pesquisadora Regina Cunha e fiquei encantada!
Parabéns a todos os meninos que participaram, em especial ao meu companheiro de trabalho Igor Jácome (Eduardo Jr.)
O vídeo foi produzido para a disciplina de Sistemas de Comunicação do curso de Jornalismo da UFRN.
Há tempos não via um vídeo tão bem feito (produção, direção, edição), com excelente conteúdo analítico e crítico, e ainda por cima, bem humorado! Vale muito à pena conferir e divulgar o ótimo trabalho produzido em nossa universidade.
Digno de um prêmio! Parabéns mesmo, meninos!
Obs: Só para lembrar que eles são alunos do segundo período...
Elenco:
Vanessa Laís - Dulce Maria, Maria Dulce, e Dona Tereza
Victor Ferreira - Marco Antônio e Maria do Socorro (Help)
Saulo de Tarso - Seu Eduardo
Igor Jácome - Eduardo Jr.
(Part. Especial) Diego Campelo - Entregador
Narração:
Kolberg Luna
Roteiro:
Vanessa Laís, Victor Ferreira e Diego Campelo